Linha CR-NX

Movimentos lineares.
Aplicações industriais reais.

Robôs cartesianos para retirar, transferir e paletizar produtos. Controle Delta, transmissões configuráveis e software desenvolvido pela Carioli conectam os movimentos às necessidades do processo.

Avalie sua aplicação

Tecnologia cartesiana

Uma arquitetura clara.
Uma seleção técnica para cada operação.

Na configuração de paletização, o CR-NX combina os movimentos lineares X, Y e Z com o giro da garra: quatro graus de liberdade para movimentar e orientar o produto na formação do palete.

Na nomenclatura CR-NX, o N indica o número de eixos. Estrutura, cursos, transmissões e ferramenta são definidos em conjunto, considerando a carga e o ciclo. As guias lineares de esferas recirculantes formam a base mecânica dos eixos.

Configuração de robô cartesiano da Carioli Engenharia com eixos lineares e garra
Representação de uma configuração da Carioli. Estrutura e dispositivos variam conforme a seleção técnica.

Os modelos da linha

Uma coluna, um pórtico ou dois pórticos.

Conheça as três estruturas e suas aplicações principais: CR-NX-1C para saídas de injetoras, CR-NX-1P para pick & place e CR-NX-2P para paletização.

Compare os três modelos CR-NX
CR-NX-1C · 1 coluna
Principalmente utilizado na saída de injetoras.
CR-NX-1P · 1 pórtico
Principalmente utilizado em pick & place.
CR-NX-2P · 2 pórticos
Principalmente utilizado em paletização.

Aplicações prioritárias

Da saída da máquina ao próximo destino.

Conheça as principais operações atendidas e explore os critérios de cada uma na página de Aplicações.

Explore todas as aplicações

Retirada de produtos

Retirada na saída de máquinas e esteiras, com transferência para embalagem, organização ou paletização. O sincronismo com a máquina existente é parte da análise.

Referência técnica: retirada de caixas na saída de coladeiras de cartucho no setor gráfico, descrita no guia da Carioli.

Movimentação e posicionamento

Transferência repetitiva entre posições definidas, alimentação de estações e organização de produtos. A trajetória, a orientação e a estabilidade da carga orientam a seleção.

Paletização de cargas

Disposição de produtos em paletes, considerando a sequência de camadas, a altura de empilhamento e os acessos. Uma aplicação voltada a reduzir o levantamento manual repetitivo.

Critérios de configuração

O que precisamos conhecer da sua operação.

A seleção considera o conjunto. Não definimos capacidade, velocidade ou precisão a partir de um único dado isolado.

Produto e carga
Massa, dimensões, centro de massa e superfície de contato. O peso da garra também entra na avaliação.
Eixos e cursos
Quantidade de eixos, deslocamentos e orientação necessários para atender aos pontos de retirada e entrega.
Garra e dispositivo
Forma de pega, retenção, orientação e liberação do produto, conforme suas características.
Ciclo e dinâmica
Tempo disponível por movimento, trajetória, acelerações e sincronismo com a produção.
Layout e integração
Espaço útil, altura, interferências e comunicação com máquinas, esteiras e sensores existentes.
Operação e segurança
Acessos, modos de operação, proteções e funções de segurança avaliados para o conjunto da aplicação.

Tecnologia e componentes

A engenharia por trás de cada movimento.

Conheça a base tecnológica do CR-NX: controlador de movimento, servossistema e IHM Delta, sensores indutivos, ferramentas de pega e proteção da operação.

A linha combina tecnologia Delta e engenharia Carioli. Potências, cursos, ferramenta e recursos habilitados são definidos para a aplicação e detalhados na proposta técnica.

Controlador de movimento Delta AX-308E com terminais de conexão e interfaces de comunicaçãoDelta AX-308E · controlador de movimentoMovimento coordenado em EtherCATControlador Delta AX-308

Controlador de movimento da família AX-3, baseado em CODESYS. Coordena os eixos do CR-NX e a troca de sinais com as máquinas da linha.

Programação
CODESYS, com linguagens IEC 61131-3 e funções de movimento PLCopen.
Sincronismo
Até 8 eixos servo via EtherCAT no controlador. A quantidade utilizada depende da configuração do robô.
Trajetórias
Interpolação multieixo, engrenamento eletrônico e came eletrônico para coordenar movimentos.
Integração
OPC UA, EtherNet/IP e Modbus para comunicação com supervisórios e outros sistemas, conforme as interfaces do projeto.
Expansão
16 entradas e 8 saídas digitais embarcadas, com expansão por módulos da série AS.
Documentação Delta · AX-308E
Interface touchscreen Delta DOP-110WS, com tela widescreen de 10,1 polegadasDelta DOP-110WS · interface de operaçãoOperação em tela de 10,1 polegadasIHM Delta DOP-110WS

A interface touchscreen concentra comandos, parâmetros e informações do processo. O operador acompanha a máquina e configura os dados da aplicação pela tela.

Tela
TFT widescreen de 10,1 polegadas, resolução de 1024 × 600 e Ethernet integrado.
Operação
Receitas, gráficos de tendência e histórico de alarmes, conforme as telas e funções configuradas.
Monitoramento
Servidor VNC e monitoramento de registradores pelo navegador. O acesso depende da rede e das permissões configuradas.
Acesso remoto
Pode ser restrito a monitoramento, sem comandos remotos, conforme a configuração da interface.
Registros
Recursos de envio de alarmes por e-mail e sincronização de horário por NTP, quando habilitados no projeto.
Documentação Delta · DOP-110WS
Servodrive e servomotor da família Delta ASDA-B3Delta ASDA-B3 · drive e servomotorRealimentação de posição em 24 bitsServossistema Delta ASDA-B3

O conjunto de drive e servomotor transforma as trajetórias calculadas em movimento. Cada eixo é dimensionado conforme a carga, o curso e o ciclo da aplicação.

Encoder
Resolução de 24 bits: 16.777.216 posições por volta do motor. A repetibilidade do robô depende também da mecânica e da aplicação.
Ajuste
Autotuning e recursos de supressão de vibração apoiam o ajuste do acionamento à dinâmica da carga.
Dimensionamento
Potência e torque selecionados por eixo, considerando produto, garra, transmissão e trajetória.
Segurança
Função STO de desativação segura de torque integrada à cadeia de segurança, conforme o drive especificado e o projeto.
Documentação Delta · ASDA-B3
Exemplo de sensor indutivo cilíndrico com corpo metálico roscado e conectorSensor indutivo · imagem de referênciaReferenciamento e fim de cursoSensores indutivos

A detecção sem contato mecânico fornece referências de posição para os eixos e sinais de limite de deslocamento ao controlador.

Referência
Homing dos eixos combinado à leitura do encoder do servomotor.
Limites
Sinais de fim de curso e limites por software ajudam a controlar a área de movimento.
Seleção
Modelo, alcance e proteção ambiental definidos para a montagem e as condições de operação.
Imagem de referência · ifm electronic
Exemplo de garra de área a vácuo para manipulação de produtosGarra a vácuo · imagem de referênciaMecânica, pneumática ou vácuoGarras e ferramentas

A ferramenta é projetada para o produto: caixas, sacos, bandejas, fardos ou peças. Forma de pega, retenção e orientação são avaliadas em conjunto.

Mecânica
Acionamento por motor ou servo, com abertura e força ajustadas conforme a ferramenta. A pega pode dispensar ar comprimido.
Pneumática
Atuadores e válvulas para pega e liberação; pressão e consumo de ar definidos para a aplicação.
Vácuo
Ventosas para pega pela superfície, com avaliação da vedação, porosidade, resistência da embalagem e retenção da carga.
Orientação
O giro da garra orienta o produto durante o ciclo e a formação das camadas. Acionamento e posições são definidos no projeto.
Imagem de referência · Schmalz
Exemplo de conjunto de cortina de luz com emissor, receptor e suportes de montagemCortina de luz · imagem de referênciaLayout, acessos e requisitos da NR-12Proteção da operação

As medidas de proteção são definidas pela apreciação de riscos, considerando o layout, o abastecimento e a frequência de acesso à máquina.

Gradil
Barreiras físicas e acessos com intertravamento, conforme as necessidades da operação.
Cortina de luz
Detecção óptica nos acessos previstos. Distâncias, parada e rearme são definidos na análise de segurança.
Scanner laser
Monitoramento de áreas com zonas configuradas para o layout e a arquitetura de segurança escolhida.
Conjunto
Proteções, intertravamentos e funções de parada são integrados e validados para atender aos requisitos aplicáveis da NR-12.
Imagem de referência · SICK
Solicite a configuração para o seu projeto

Mecânica configurável

A transmissão certa
em cada eixo.

Fuso, cremalheira ou correia sincronizadora: curso, carga, velocidade e precisão orientam a escolha. A base comum são as guias lineares de esferas recirculantes.

Conjunto de fuso de esferas com eixo helicoidal e castanha
Imagem de referência · HIWIN

Posicionamento e rigidez

Fuso de esferas

Converte rotação em movimento linear por um conjunto de esferas recirculantes. A seleção considera a precisão requerida, a carga e o curso.

Onde faz sentido

Aplicações de posicionamento e eixos sujeitos a maiores esforços, conforme o dimensionamento.

Cremalheira metálica com dentes helicoidais e furos de fixação
Imagem de referência · SCHNEEBERGER

Cursos longos

Pinhão e cremalheira

Uma transmissão modular para percursos extensos, com a rigidez necessária à movimentação. Pode ser combinada a outras transmissões no mesmo robô.

Onde faz sentido

Eixos longos, pórticos e atendimento a diferentes posições de paletização.

Exemplos de correias sincronizadoras de poliuretano com perfil dentado
Imagem de referência · BRECOflex

Agilidade de movimento

Correia sincronizadora

Transmissão por correia dentada, selecionada quando massa em movimento, curso e cadência favorecem essa arquitetura.

Onde faz sentido

Transferência e pick & place, considerando a carga e a precisão exigidas pelo processo.

Um robô, diferentes transmissões.

Um CR-NX pode combinar cremalheira no X, correia no Y e fuso no Z. A composição acompanha as exigências de cada movimento; cursos e desempenho são definidos para a configuração da aplicação.

Sistema Carioli de paletização

Você informa as medidas.
O sistema calcula os movimentos.

Um modelo matemático desenvolvido pela Carioli transforma as dimensões do produto em posições e trajetórias de paletização. Nas configurações atendidas, a troca de produto acontece por parâmetros, sem ensinar cada ponto manualmente.

  1. Informe o produto

    As dimensões do produto entram como parâmetros da configuração.

  2. Calcule o palete

    O modelo matemático define posições, alturas e alternância das camadas.

  3. Execute o movimento

    As trajetórias e a posição de depósito consideram o ponto de pega do produto.

A pega orienta o depósito.

O sistema considera a posição em que a garra pega a caixa e compensa esse deslocamento ao posicioná-la no palete. Isso reduz a necessidade de centralizar cada produto na alimentação, dentro das condições previstas para a aplicação.

Mais configuração no dia a dia.

O operador informa os dados e acompanha a operação pela IHM. A base de software já aplicada em campo permite atender diferentes produtos com a mesma lógica de paletização.

Avalie a paletização da sua linha

Do processo à proposta

Uma conversa técnica antes da configuração.

  1. 01

    Entender a operação

    Reunimos dados de produto, carga, ciclo e layout.

  2. 02

    Avaliar a aderência

    Verificamos a configuração, a integração e as restrições técnicas.

  3. 03

    Definir o escopo

    Consolidamos premissas, limites de fornecimento e proposta.

Sua aplicação começa com os dados certos.

Envie uma descrição da operação e, se disponíveis, dimensões do produto, peso, ciclo e um layout simplificado.

Apresente sua operação